1. Comece pelo processador e pelo socket
O processador determina a família de socket; o chipset define boa parte dos recursos, possibilidades de expansão e ajustes disponíveis. Consulte também a lista de CPUs suportadas e a versão mínima de BIOS.
2. Escolha o formato pelo gabinete e pela expansão
ATX, micro-ATX e mini-ITX mudam o tamanho da placa e a quantidade de slots. Uma placa compacta pode ser suficiente para um PC gamer direto; projetos com várias placas, mais armazenamento ou conectividade podem aproveitar um formato maior.
3. Conte os recursos que você realmente usará
A melhor placa não é a que possui mais recursos, e sim a que atende o projeto sem criar custo ou complexidade desnecessários.
- Quantidade e geração dos slots M.2.
- Slots PCIe e espaço entre eles.
- Número de portas USB e conectores internos.
- Rede cabeada, Wi-Fi e Bluetooth.
- Quantidade de conectores para fans, bombas e iluminação.
4. Preserve uma margem de upgrade coerente
Vale reservar margem para memória, armazenamento e conectividade, mas sem comprar uma plataforma superdimensionada para uma expansão improvável. O orçamento precisa continuar equilibrado com a GPU, a fonte e o monitor.





